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To be or not to be ?! novembro 18, 2007

Posted by Carolis in Aferindo a pressão do mundo.
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Na linha “diário de bordo”, ontem fui a uma aula de Maracatu com uma amiga (leia-se percussão, segundo a própria, pois tem uma batida mais estilizada; com composições diferentes dos Maracatus tradicionais).

Ver o processo de aprendizagem do pessoal (e do meu também, que aproveitei-sob forma de aula grátis-para testar meu parco conhecimento musical), me fez pensar neste ritmo próprio, já citado até no post de abertura deste blog, que as pessoas têm de expressar suas idiossincrasias.

Eita, aqui-e-agora gostaria de fazer uma pausa para uma de minhas várias manias: o gosto por dicionários. Alguns diriam no mínimo excêntrico, no máximo pedante, é no meio termo uma maneira de conhecer a etimologia das palavras, ou seja, suas origens e empregabilidades, o que tem a ver com o meu apreço particular por história, antropologia e afins…mais isso a gente vai desvendando com o tempo. =}

Enfim, adoro conhecer o real significado de palavras em que fico na dúvida de como se escrevem ou o que significam. Das novas palavras que agrego, apenas uma ou outra entra verdadeiramente no meu vocabulário. Como estudante de psicologia, achei muito pertinente adicionar idiossincrasia no meu “linguajá”. Vejam porque:

idiossincrasia: do grego. s.f. disposição do temperamento do indivíduo, que faz com que ele sinta de um modo peculiar a influência dos diversos agentes; maneira de ver, sentir e reagir própria, especial, de cada pessoa.

Voltando então ao jeito de ver, sentir e pensar de cada um de nós desta aula de Maracatu, pus-me a observar os tipos de cada aluno.. aquele que é mais apressadinho e quer passar o comando do professor. Tem o mais metódico, que segue exatamente os passos da metodologia aplicada. Os acanhados executam timidamente sem perder o tempo. E os mais criativos, estes sentem-se a vontade para acrescentar firulinhas mil afim de tornar mais original aquele instante..

É engraçado ver a idiossincrasia da galera! Eu e minha amiga comentávamos ao final sobre o método de aprendizagem individual; das pessoas que pegam a música “de ouvido”; que não gostam de se ater ao que está escrito no quadro e rapidinho já estão executando seus instrumentos felizes da vida. E outras que demoram mais para se soltarem, pois estão assimilando o conhecimento novo; sedimentando a teoria, para depois colocarem seu estilo..

Chegamos a conclusão que ambas idiossincrasias tem seus pontos fortes e nem tão fortes. Os que rapidamente se apropriam do conhecimento podem estar perdendo boa base para composição, a longo prazo por exemplo. E já os mais metódicos, em sua concentração e estruturação, podem estar desperdiçando um poder criativo original, pequeno que seja, mas de personalidade.

Enfim, eis a questão: ser assim ou ser assado?! Me parece que a própria origem da palavra idiossincrasia já responde a indagação filosófica. E como diria um querido professor e caríssimo amigo, na escala ecológica nem a base nem o topo são mais importantes, pois todos têm sua importância.

Finalizo resgatando uma frase sua genial que reflete a real aprendizagem desta aula: “somos todos plânctons mergulhados ao sabor das ondas do mar”.

O Mundo da Lua novembro 16, 2007

Posted by Carolis in Introducing.
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Continuando a introdução a este universo que elegi para expressar minhas vagas idéias, dei por mim que não foi tão à toa que escolhi um tema lunar para o topo deste blog.

A Lua, além de sua beleza natural, tem um magnetismo próprio que rege oceanos e destinos. Falam até dos que vivem sob seu comando e são chamados de lunáticos…

Devo confessar que ela me fascina e, na última vez que parei para vê-la nascer no horizonte, estava num dia particularmente feliz. Os astros costumam ser coadjovantes da minha alegria (e por vezes tristeza), sinto-me bem em saudá-los e convidá-los a participar do meu universo particular.

Como ela tem suas próprias fases, assim também tenho eu. E caso me dê na telha de trocar o template deste pagina muito regularmente, entenderei como as variações naturais que regem o cosmo em sua elipse constante e que reverberam na nossa vida pessoal. Não vou contrariar vontades dessa ordem, né mesmo?!

P.S.: Dando continuação a saga de mergulhar no mundo da blogosfera, ainda me falta perambular pelos blogs de amigos e desconhecidos que possa me identificar, mas aí a gente deixa chegar o próximo trânsito astrológico que favoreça! =]

“…Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua. Merecia a visita não de militares, mas de bailarinos. E de você e eu…”

Hello world! novembro 15, 2007

Posted by Carolis in Introducing.
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Well…finalmente aterrissamos na Blogosfera!

Caros habitantes do Cyber Espaço,

Enfim tomei coragem para pedir licença e adentrar nessa ciranda com vocês. Começar a entrar na dança vai levar um tempo, já que o ritmo e a sincronia a gente adquire com a dedicação laboral e a inspiração lúdica do dia-a-dia. E, além do mais, cada um de nós tem seu próprio jeito de dançar conforme a música que ouve.

Ainda que tímida e acanhadamente me mostrando, digo logo que meu desejo- inicial- é o de revelar pra mim (e pra quem mais quiser se aventurar) os shows de ilusionismo, mágicas e afins que acontecem a todo momento no mundo surreal em que estamos inseridos.

É, não estou falando do mundo real; é do surreal mesmo a que me refiro. Saindo do campo habitual de visão na tentativa de entrar em contato com o invisível aos olhos, mas sensível ao coração; com o misterioso mundo quântico; com a Outra Cena presente no inconsciente meu, seu e coletivo.

Viagem?! Terei de admitir que toda filosofia aqui tratada será vã e anárquica, ou seja, não pretendo me comedir ao métrico, ao polido, ao teórico, ou mesmo ao científico.

Quero poder, nesta Terra Santa da Liberdade de Expressão, alçar vôos panorâmicos mundo a fora, como o pássaro de Cecília Meirelles que, voando (e viajando) busca o fim do mundo, sem nunca encontrá-lo, mas eternamente o procurando de maneira serena, isenta e fiel.

Me comprometo com essa verdade e buscarei agir com a ética intrinsecamente necessária, respeitando a liberdade de expressão alheia.

Os coelhos retirados desta cartola poderão vir das mais variadas manifestações: na forma de filmes, livros, poesias, conversas de bar, blogs visitados, insights, transcritos ou puramente interpretados.

Gostaria de encerrar dizendo que não tenho pretensão alguma de me auto afirmar via mundo virtual, sou mais tradicional neste e, somente neste, ponto. Prefiro resguardar minhas necessidades de atenção ao contato físico, não desmerecendo os populares daqui, eles também fazem minha alegria. É uma questão de personalidade mesmo.

Então é isso ai, velhinho! Let´s start the joke! 😉